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Dor de cabeça

 Em 2018, a dor de cabeça foi classificada pela Organização Mundial da Saúde como uma das dores mais incapacitantes. Segundo a Sociedade Brasileira de Cefaleia cerca de 70% da população do país sofre do problema com frequência.

Picos de estresse ou desiquilíbrios hormonais, uma noite mal dormida são fatores desencadeantes e recorrentes. Os tipos mais comuns de dor de cabeça são enxaqueca com e sem aura (sintomas visuais e sensitivos - ou sensibilidade à luz e barulho), cefaleia tensional (excesso de tensão nos músculos do pescoço e da cabeça, que ficam junto ao crânio) e cefaleia cervicogênica (causada por hérnia de disco, artrose, problemas posturais ou excesso de contratura muscular, motivado por estresse e ansiedade).
É fundamental procurar orientação médica quando a dor de cabeça for súbita, ou extremamente intensa ou quando ela se torna diária ou progressiva (cada vez pior e mais frequente).
Também é fundamental buscar ajuda imediata caso apresente sintomas associados a ela, como visão dupla, desequilíbrio, fraqueza ou dormência de algum lado do corpo, além de febre e perda de peso.
Tomar analgésicos com frequência também é um sinal de alerta. "Os analgésicos quando tomados mais de duas vezes semanais, podem piorar a dor em vez de melhorá-la. Pois os mesmos podem sensibilizar o cérebro permitindo que a dor se torne crônica.
Dicas de Saúde
Artigos Sebastião Gusmão

 

 

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